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Psiquiatras sugerem adicionar químicos à água pública
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Psiquiatras sugerem adicionar químicos à água pública

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Um teste está a ser conduzido na Escócia por psiquiatras para avaliar se o lítio na água potável está relacionado com as taxas de suicídio mais baixas. Segundo os investigadores, as taxas de suicídio podem ser mais elevadas em zonas onde a água tem menos lítio.

Seguem-se estudos semelhantes nos EUA e no Japão, que concluem que as taxas de suicídio são mais elevadas em áreas onde há baixos níveis de lítio na água de beber. O produto químico, produzido naturalmente em pessoas saudáveis, é um tratamento comum para o transtorno bipolar. A sua insuficiência pode produzir desordem bipolar e depressão severa.

Os efeitos colaterais da utilização de lítio incluem hipotiroidismo, ganho de peso e insuficiência renal.

Em 1990, um estudo constatou que, dos 27 condados do Texas, aqueles com os mais altos níveis de lítio na água tiveram as taxas de suicídio mais baixas do que municípios com os mais baixos níveis, cerca de 40%. Taxas mais elevadas de lítio também foram associados com níveis mais baixos de homicídio e violação.

Em 2009, a pesquisa foi replicada pela equipa japonesa de Oita, que comparou 18 municípios japoneses e encontrou resultados semelhantes. O estudo japonês foi replicado várias vezes desde então, com resultados semelhantes, mas muitos não encontraram nenhuma correlação. Agora, uma equipa de pesquisa escocesa está a conduzir a sua própria versão do estudo japonês, tentando corrigir algumas das falhas metodológicas da anterior pesquisa. Os resultados são esperados em 2016.

Violação do consentimento informado

Mesmo que os resultados da equipa escocesa contradigam os estudos anteriores, a ideia de acrescentar lítio à água já pode ter assumido uma vida própria.

Vários médicos e psiquiatras têm vindo a apoiar a ideia de se incluir na água não só o lítio, mas também as estatinas, para tratamento do colesterol elevado, bem como tiamina, para prevenção da demência em alcoólicos.

Naturalmente que isto é uma violação clara da nossa liberdade individual. A adição de qualquer droga na água potável viola o direito do paciente de dar consentimento informado antes de sofrer qualquer intervenção médica. Por outro lado, a generalização da inclusão destes químicos na água acabaria por levar ao consumo por pessoas saudáveis o que é um disparate. Também não seria possível controlar a quantidade, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

Esta é mais uma investida das farmacêuticas para tentarem aumentar o seu nível de faturação, pois seriam elas, direta ou indiretamente, a fornecer e monitorizar os produtos químicos.

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