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Donald Trump o Lado Sombra dos EUA
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Donald Trump o Lado Sombra dos EUA

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Eu encaro o Donald Trump como o lado sombra dos EUA. Durante anos os EUA sempre assumiram um papel de país de oportunidades e de luta pela liberdade, enquanto escondiam o verdadeiro propósito por detrás das suas acções. Tudo o que DT está a revelar é o que está no inconsciente colectivo de uma boa parte da nação. Os impulsos obscuros revelam-se: ódio, raiva, racismo, sadismo, agressão, inveja, egoísmo, ressentimento, abuso sexual…

É talvez altura do lado sombra se revelar para que a mudança se possa operar. Tal como em nós, se não aceitarmos o nosso lado sombra, para o entendermos e transmutarmos não vamos conseguir progredir no nosso caminho. Assim também os EUA terão de aceitar este lado sombra, entendê-lo e transmutá-lo. É, penso eu, uma oportunidade muito grande. Mas acredito que ainda antes da ordem virá mais caos.

Entretanto aqui ficam algumas informações sobre a equipa do DT. É claro a subserviência ao império financeiro, às multinacionais, à elite financeira.  Eles são a clara manifestação do lado sombra dos EUA, senão vejam:

Donald Trump nomeou 20 dos 22 membros que requerem confirmação do Senado.

Os mais controversos são:

Rex Tillerson, Departamento de Estado: a sua proximidade do Presidente russo, Vladimir Putin, que o condecorou com a Ordem da Amizade em 2012, desperta receios em ambos os partidos.

A Rússia foi um dos países com quem negociou como diretor executivo da empresa petrolífera Exxon, onde trabalhou 41 anos.

Steven Mnuchin, Departamento do Tesouro: o seu passado como diretor do grupo Goldman Sachs choca com a retórica anti Wall Street de Donald Trump durante a campanha. Foi presidente de um banco considerado como “uma máquina” de execuções hipotecárias. É criticado pelo gosto de assumir riscos e pela sua inclinação para o secretismo.

Jeff Sessions, Departamento de Justiça: a sua controversa história em direitos civis e imigração é uma das armas que os democratas utilizam contra si. Também o perseguem os comentários racistas, que o impediram em 1986 de ser juiz federal.

Tom Price, Departamento de Saúde: o ano passado investiu em ações de seis empresas farmacêuticas poucos antes de promover legislação no Congresso que as beneficiava.

Andrew Puzder, Departamento do Trabalho: os sindicatos e os democratas lançaram uma dura campanha contra si por ser um rico executivo que combate o aumento do salário mínimo e outras medidas laborais de Barack Obama. É criticado por comentários politicamente incorretos sobre as mulheres e há informações de que abusou da sua ex-mulher.

Scott Pruitt, Agência de Proteção do Ambiente (EPA): o grande argumento contra si é o seu extremo ceticismo em relação às alterações climáticas. Questionam-se os alegados donativos da indústria do gás e do petróleo para a sua campanha a procurador-geral de Oklahoma.

General James Mattis, Departamento de Defesa: é o primeiro general na reforma a liderar o Departamento em 65 anos e põe em causa a tradição norte-americana de controlo civil das Forças Armadas. Perseguem-nos algumas declarações polémicas.

Betsy Devos, Departamento da Educação: a multimilionária é acusada de ter lutado toda a vida pela privatização da educação pública e minar o investimento nas escolas públicas. Na sua primeira audiência evidenciou desconhecimento em temas chave e saiu apupada pelos democratas.

Ben Carson, Departamento da Habitação e Desenvolvimento Urbano: Nunca ocupou um cargo público e tem falta de experiência no âmbito do seu departamento e governamental.

Rick Perry, Departamento da Energia: É perseguido por ter dito nas primárias de 2011 que o Departamento da Energia deveria acabar.

Alguns dos eleitos de Donald Trump para o seu gabinete, que não necessitam confirmação do Senado, também têm um historial que preocupa e suscitou polémica.

Os mais questionados são:

Stephen K. Bannon, estratega chefe: é considerado um explosivo agitador mediático, que antes de se juntar à campanha de Donald Trump era diretor do “BreitbartNews”, jornal ‘online’ próximo da direita alternativa, uma nova direita radical que tem o nacionalismo branco como valor fundamental. É-lhe atribuído um historial de comentários ofensivos contra os judeus, muçulmanos e afroamericanos.

Michael Flynn, assessor principal de segurança nacional: É, sobretudo, questionado pelas suas afirmações sobre o islamismo, religião que define como “ideologia política” e que chegou a comparar a um “cancro maligno”.

Mike Pompeo, diretor da CIA: acusou no passado os líderes muçulmanos dos Estados Unidos de serem “potenciais cúmplices” do terrorismo pelo seu alegado “silêncio” contra os atentados. Defende uma política de “mão dura”.

Um Comentário

  • Tânia diz:

    Se assim forem, será mais do mesmo… Todavia, depois do caos é necessário uma atitude. E a esperança mantém-se …
    (Re)nascimento da Humanidade. Que assim seja.

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